Olá pessoal.
Faz tempo que não
venho aqui, né?
Depois daquele
trabalho no final de novembro com O Grande Encontro (OGE), fiz vários outros
trabalhos, e acabei não falando de nenhum deles aqui no Blog.
Vou só registrar os
trabalhos, falando pouco de cada um.
Espero conseguir.
Logo após o OGE, fiz Carol Levy aqui em Recife.
Muitos já sabem que eu
gosto muito de fazer o som dos shows dela, e esse foi mais um.
O desse dia foi o
Conto de Casa, onde é só ela e seu tecladista-marido Carlinhos Borges. Foi
tudo certinho, mesmo ela usando um microfone "headset" omnidirecional.
Operei o som usando o
iPad ligado numa X32 ao lado do palco.
Entrando em dezembro,
comecei fazendo o som da Maraca Band, num evento fechado no Cais do Sertão, em
Recife.
Tive uma dorzinha de cabeça neste trabalho, pois nada do que foi combinado aconteceu. Colocaram outro sistema, o material não estava completo no palco para passar o som... Mas entre mortos e ferido, salvaram-se todos. Tive mais trabalho nesses show do que fazendo o OGE.
Tive uma dorzinha de cabeça neste trabalho, pois nada do que foi combinado aconteceu. Colocaram outro sistema, o material não estava completo no palco para passar o som... Mas entre mortos e ferido, salvaram-se todos. Tive mais trabalho nesses show do que fazendo o OGE.
Dois dias após este
trabalho, fui operar o som do Reverbo.
Lavei a alma (de ateu).
Muito legal o evento.
Foi bem simples. Duas vozes e dois violões sempre! Operei o som PA/Monitor
usando o iPad ligado na X32 Air. Foi massa!
Muita gente boa da
cena Pernambucana tocando e cantando. Belo projeto.
Duas semanas depois, nos
dias 23 e 25 de dezembro, fui fazer o Natal Para Sempre.
Já opero o som deste
espetáculo faz alguns anos. E foi tudo dentro da normalidade mais uma vez.
Além de mixar as vozes
dos atores, que usam microfones headset, também sou responsável pela sonoplastia
do espetáculo, onde disparo trilhas e efeitos, usando o meu Cubase7.
Mudaram o local do
espetáculo, e pelo que pude notar, a mudança foi para melhor!!!
Uma multidão nos dois
dias. Massa.
E para finalizar o ano,
fiz o Réveillon com a Maraca Band, na praia do Pina, em Recife.
Levei meu vinho e me diverti.
O Palco era minúsculo, mas conseguimos arrumar todo mundo em cima. Mais uma vez o combinado não foi cumprido, e as caixas de PA (apenas duas) ficaram na frente de alguns músicos.
O Palco era minúsculo, mas conseguimos arrumar todo mundo em cima. Mais uma vez o combinado não foi cumprido, e as caixas de PA (apenas duas) ficaram na frente de alguns músicos.
Deu para fazer bem,
mas o ideal seria o que eu tinha combinado, com 4 caixas suspensas.
Se o espaço do show
fosse maior, iria faltar som.
O show foi muito
legal, como eu já esperava.
No começo de janeiro, peguei um trabalho para todo o mês!
No começo de janeiro, peguei um trabalho para todo o mês!
Fui chamado pelo
Estúdio Carranca para gravar o áudio de um "Sitcom", como o Sai de
Baixo ou Vai Que Cola.
Sitcom, abreviatura da expressão
inglesa Situation Comedy ("comédia de situação", numa tradução
livre), é um estrangeirismo usado para designar uma série...
Seria a primeira vez
que um trabalho desse tipo seria feito fora do eixo RJ/SP.
Desafio bom, né?
E meu Amigo do
Carranca me enganou. Falou que era coisa simples. Só apertar o botão REC
(Gravar). Não foi.
Foi bem mais
complicado do que ele falou.
Foram 26 dias de
gravação. Um episódio por dia. Mas teve alguns dias que gravamos dois!
Foi bem puxado
(pegando carona no título do projeto), e passei boa parte do tempo com o fone
no ouvido.
Cada ator usou
microfone tipo lapela, escondido na roupa. E esse era o grande problema. Gravar
sem ruídos! Foi um tal de muda-muda de lugar do microfone...
Eram 5 atores
principais, e apareceram alguns convidados durante os episódios.
Nunca tinha feito tal
trabalho, e foi um aprendizado bem interessante.
Fora estes microfones
de lapela, ainda colocamos 6 microfones "shotgun" pendurados no teto,
até o limite de não aparecerem na cena.
Todos ficaram
satisfeitos com o resultado.
Eu, o diretor, e o
técnico do Carranca que já está mixando esse áudio.
Foi massa a
experiência! Mesmo KBorges mentindo pra mim. (risos)
Esse trabalho foi de
02/01 até 02/02/2020.
Depois emendei três
trabalhos. Dias 7, 8 e 9 de fevereiro.
No dia 07 fui fazer o monitor de Alceu Valença em Petrolina.
No dia 07 fui fazer o monitor de Alceu Valença em Petrolina.
Colocaram a mesa de
monitor no sub-solo!!!!!
Foi quase isso.
As duas mesas
(PA/Monitor) ficaram no chão, fora do palco.
E logicamente, a
escada de acesso ao palco era na outra extremidade!!!!!
Quem me salvou foi o
iPad.
Sem ele, a coisa seria
mais complicada.
Passei quase todo o
show, ao lado do side, operando pelo iPad.
Fora isso, deu para eu
considerar normal o trabalho.
Só não podia ficar
ouvindo as vias no fone, pois a mesa estava lá embaixo e não tinha um sistema de
in-ear sobrando para eu usar como escuta.
No outro dia, fui
fazer o som do PA do Quinteto Violado em Olinda. Sem passar som.
Passei foi vergonha.
Não consegui ajustar o
som do PA durante todo o show!
Nem quero lembrar, que
me dá uma tristeza.
Tou revendo meus conceitos
sobre fazer um show assim novamente.
Dependendo de alguns
detalhes, não faço isso mais não!
No outro dia, logo
cedo, já fui arrumar as coisas para outro show de Alceu, que aconteceria no
Recife Antigo.
Nesse, o que complicou
foi que chegamos cedo, mas quase ninguém mais chegou.
Ia ter até mudança de
mesa de lugar, e outra seria colocada no palco.
À princípio era só uma
mesa, mas revertemos isso.
A mesa que estava no
palco fazendo PA/Monitor, foi colocada na beira do palco na frente, e uma LS9
foi colocada no palco para eu fazer o monitor.
A saída de fone da
mesa estava louca, e isso dificultou o trabalho.
Mesmo com todos os
"perrengues", tudo deu certo no show!
Muita gente no local.
Foi uma festa!
Eu já tinha um show
marcado com o Cordel do Fogo Encantado (CFE) no dia 15/02 em Sergipe, mas dois
dias antes me chamaram para fazer o monitor da Nação Zumbi em Recife no dia 14,
no Pré-Amp.
No primeiro contato, falei que não poderia fazer, pois iria viajar na madrugada do outro dia desse show da Nação, e não iria correr o risco de perder a hora da saída para Sergipe.
No primeiro contato, falei que não poderia fazer, pois iria viajar na madrugada do outro dia desse show da Nação, e não iria correr o risco de perder a hora da saída para Sergipe.
Mas o diretor técnico
da Nação me avisou que o diretor técnico do Cordel estaria nesse show anterior,
e não teria problema com o horário, pois já era sabido que o show não poderia
passar de meia-noite, e a saída do ônibus para Sergipe era às 3 da madrugada.
Ahhh, tá. Aí dá para
fazer. E fui fazer.
Passamos o som desse show da Nação Zumbi. Só tive um probleminha com um dos sistemas de in-ear, e foi exatamente o da voz principal, pra variar....
Passamos o som desse show da Nação Zumbi. Só tive um probleminha com um dos sistemas de in-ear, e foi exatamente o da voz principal, pra variar....
Fiz o soundcheck sem
esse in-ear do cantor, mas fiquei no palco para resolver.
![]() |
Showtime da Nação Zumbi. Foto by Black_Stage. |
Resolvi, mas antes da
terceira música, o cantor preferiu usar só as caixas mesmo.
Disse depois do show para
mim que estava legal só com as caixas, e o fone deixava ele desconfortável,
pois perdia o clima do palco.
O show foi muito bom,
e não tive nenhuma surpresa.
Ainda peguei uma
carona para sair do local do evento, para pegar um Uber/Pop num local onde o
preço da corrida seria bem menor. E foi o que aconteceu. Economizei uns Reais!
Deu tempo de tomar
banho, e esticar as pernas por um tempo em casa, antes de seguir para o local
da saída do ônibus. Eu já tinha arrumado a pequena mala no dia anterior.
Dormi no ônibus, que
só deu uma parada no hotel para os músicos descerem, e seguimos para o palco,
onde já estava combinado um almoço num restaurante ao lado.
Nunca tinha feito o
monitor da banda CFE.
Já sabia que seria uma
PM5D no monitor, e levei uma cena de um show anterior da banda, feita pelo
técnico que fui substituir.
Ao subir no palco, já
notei que não seria relax o trabalho.
Tudo atrasado!
Vamos almoçar, que o
produtor já tinha reservado e encomendado o almoço.
O restaurante ficava a
200 metros do palco.
Mas não adiantou.
Ainda iam fazer!!!!
Atrasado também.
Mas a espera foi
compensada pela delícia que ficou a moqueca mista. Show!
Mas nem deu tempo pra
descansar o almoço.
Vamos para o palco.
A produção do evento
era fraca, e isso complicou (e muito!) o trabalho.
Estrutura pequena, mas
muitas atrações no palco.
Conseguimos passar o
som, e quem me salvou foi a cena do amigo que eu levei.
Só deu tempo para
ajustar os monitores e a banda chegou. O nosso produtor avisou que eu estava
com a cena de um show anterior, e combinamos começar já tocando alguma música,
e eu iria fazendo os ajustes.
Tocaram duas músicas e
encerraram o soundcheck.
Valeu Fumato, pela
cena emprestada. Ajudou, e muito!
Seguimos para o hotel que ficava em Aracaju, para aguardar a hora do show.
Seguimos para o hotel que ficava em Aracaju, para aguardar a hora do show.
O palco estava armado
em Barra dos Coqueiros.
Aí tudo começou a
complicar...
O atraso foi
aumentando, feito uma bola de neve.
Resumindo...
Quando a CFE entrou no
palco, apareceu uma turma na frente gritando com um cartaz na mão.
Só consegui ler:
Artigo 163.
Tinha outras frases,
mas não lembro agora.
Depois de um tempinho,
foi que notei que era um protesto!
Lirinha, o cantor, não
entendeu foi nada! E ainda estava de in-ear.
Enquanto a banda
tocava a primeira música, ele tirou o fone e foi falar com a menina que estava
com o cartaz na beira do palco.
Pelo que entendi
depois, Artigo 163 era uma banda local, que foi remanejada no horário para a
CFE entrar, já com um atraso grande do que estava acordado.
A produtora do CFE
explicou para banda o que estava acontecendo, e a banda resolveu sair do palco
para que a banda Artigo 163 fizesse sua apresentação.
Quando a gente
retornou ao palco, já era 3h da madrugada.
O show, logicamente,
não foi mais como eles tinham ensaiado.
Resumiram, cortaram, até
para ver se o atraso poderia ser amenizado. Outras bandas ainda iriam se
apresentar.
Mesmo com esse
problemão, o show foi bem legal, mesmo tendo sido totalmente
"recortado".
Não tive problemas com
a monitoração.
Já era dia claro
quando chegamos ao hotel, e soube depois que a última banda, que subiria ao
palco às 4h30 da madrugada, só conseguiu fazer isso um pouco depois das 7h da
manhã!
A confusão foi grande.
Da sexta para o sábado, e do sábado para o domingo, minha cama foi a poltrona do ônibus.
Da sexta para o sábado, e do sábado para o domingo, minha cama foi a poltrona do ônibus.
Na outra semana já era
o carnaval!
Eu só tinha 3 shows
marcados.
Iria fazer o PA de
Siba, artista de Pernambuco, que reside atualmente em São Paulo.
Um grupo de técnicos
de Recife foi criado no WhatsApp anos atrás, no intuito de uma ajuda mútua entre
os técnicos.
Era para durar só um
carnaval, mas o resultado foi tão bom, que este grupo existe até hoje.
A proposta inicial era
ver quem poderia substituir o técnico num show, caso houvesse choque de datas.
E essa continua sendo
a proposta do grupo, mas não só no carnaval, mas durante todo o ano!
Fora isso, também conversamos
sobre áudio, logicamente.
Nesse grupo pude notar
esse ano que faltou técnico. Era muito show para pouco técnico.
E não demorou muito
para eu conseguir um show para o sábado de carnaval, que era o único dia que eu
não tinha trabalho marcado.
Fui fazer o monitor da
banda Mombojó no palco da Praça do Carmo em Olinda.
Nesse dia teve
soundcheck, e não foi fácil ajustar as coisas, principalmente o side, que
estava com problemas. Passei uns 20 minutos só tentando deixar num ponto que
desse pra fazer o show.
Nos monitores, fiz os
ajustes normais que sempre faço.
Como não senti firmeza
nos sistemas de microfones sem fio, coloquei um microfone com fio para o cantor
da banda. Decisão acertada.
O show foi muito bom,
como a maioria que fiz anteriormente.
No outro dia, viajei
com Siba para o Rio Grande do Norte, onde o show seria em Parnamirim.
Teve soundcheck.
![]() |
Siba. |
Era uma mesa só, para
fazer PA e monitor.
Não foi legal, olhando
pelo lado sonoro.
Passei todo o show na
frente do palco com o iPad fazendo o som do PA, pois não cheguei num ponto em que
achei que poderia fazer isso atrás das caixas de som.
Depois do show, Siba
falou que foi um "caos" lá em cima do palco.
Nada bom ouvir isso do
artista, né? Mas faz parte.
O line array não era
ruim.
Coloquei minha música
para ouvir o som dele antes de começar o soundcheck.
A equipe da empresa de
som se empenhou para que tudo desse certo, mas eu "não acertei a
mão".
Antes de chegarmos
para este show, já me avisaram que no show da Praça do Carmo seriam dois técnicos
para o show de Siba.
Ótima decisão.
Voltamos para Recife,
e eu ainda com a palavra CAOS na cabeça.
Alguns técnicos
comentaram sobre o monitor do palco da Praça do Carmo, que não estava fácil
fazer, e fui chamado pela produção de outro artista para fazer o monitor lá.
Almério é o nome desse artista.
Almério é o nome desse artista.
Nesse mesmo dia de
Siba, só que horas antes.
Como eu já tinha feito
o monitor do Mombojó no sábado, peguei essa minha cena e adaptei para o show de
Almério, que não teria soundcheck. Seria feito tudo na hora.
E foi uma correria!
Mas deu certo, mesmo
usando os microfones sem fio disponíveis, por preferência da produção do
artista. Por mim, colocaria microfone com fio!
Os microfones não
falharam, mas o sinal já chegava bem alto no receptor, causando distorção, e
não consegui baixar esse sinal. Mudei a chave de atenuação no microfone, mas
nada acontecia.
Foi assim mesmo.
O show transcorreu sem
atropelos. Fui fazendo os ajustes normais dos monitores, e tudo acabou bem.
Massa!
Me preparar para o outro trabalho, que seria Siba.
Me preparar para o outro trabalho, que seria Siba.
Como eu já tinha feito
dois trabalhos nesse palco fazendo monitor, resolvi trocar com o técnico que
contrataram para fazer o monitor de Siba.
E mais uma vez acertei
na decisão.
Perguntei para Siba se ele iria
usar o fone, mas ele disse que não.
Perguntei por que?
E ele falou que estava
com medo...(!)
Ainda por causa do
resultado do show anterior.
Ok, vamos sem fone
mesmo.
A diferença é que
nesse show eu estava dedicado ao monitor, e o equipamento era outro, os
monitores eram outros.
Ajustei a voz dele nos
monitores e side, já enviando para o baterista.
Logicamente, usei
minha cena do show anterior com Almério, adaptando para esse novo show.
Coloquei microfone com
fio para ele, logicamente!
Foi tudo certo no
show.
A palavra caos já
começava a desaparecer na minha cabeça.
Vamos para o último
dia de carnaval, na Praça do Arsenal, em Recife.
Dois shows. Carol Levy (show infantil) e Siba novamente.
Dois shows. Carol Levy (show infantil) e Siba novamente.
O sistema de som era
muito bom, e já comentado nos grupos de áudio.
Com Siba, seria
novamente só eu como técnico.
Com Carol também, mas
decidiram depois (acertadamente) levar outro para o monitor, pois o show dela é
complicado.
Esse é bem diferente do Conto de Casa.
Aqui tem bateria, baixo, guitarra, sax-flauta e os teclados e samplers.
Esse é bem diferente do Conto de Casa.
Aqui tem bateria, baixo, guitarra, sax-flauta e os teclados e samplers.
![]() |
Carol Levy. |
Todos de fones, tem
bases gravadas, os músicos tem que escutar o click, a cantora também usa
in-ear, e o microfone dela é um headset, não tão fácil de ajustar, principalmente
por que ela iria ficar na frente das caixas do PA.
Para fazer tudo isso
funcionar sem soundcheck, levaram todo o sistema de distribuição dos sinais para
o PA e monitor.
Tudo isso dava dentro
de apenas um case (caixa)!
É... Tecnologia à
serviço do bem.
Duas X32 Core.
Independentes! Só o ganho era único para as duas mesas.
Eu ficaria com um iPad
para fazer o PA, e meu amigo Evangelista ficaria com outro iPad operando o
monitor.
Ahhhhh.
A cena já era uma de um show anterior, e provavelmente eu não teria que ficar ajustando peça por peça.
A cena já era uma de um show anterior, e provavelmente eu não teria que ficar ajustando peça por peça.
E foi exatamente isso
que aconteceu!!!!!
Mandamos o sinal do L/R
da X32 para dois canais da mesa de PA, e fui abrindo os canais na X32.
Ajustei o microfone de
Carol para esse PA, e fui abrindo as outras peças.
Tudo muito rápido. E
preciso!
Mas isso foi só depois que troquei meu iPad pelo de Evangelista. O meu estava muito lento, e eu não iria conseguir fazer o trabalho com ele.
Mas isso foi só depois que troquei meu iPad pelo de Evangelista. O meu estava muito lento, e eu não iria conseguir fazer o trabalho com ele.
O show foi muito bommm!!!!!
Subi no palco depois
do show para agradecer Evangelista.
Não fiz força lá na frente pra ficar bom.
Tudo já veio bom.
Disse pra ele que foi
o dinheiro mais fácil que ganhei nesse carnaval.
Espero que ninguém de
Carol leia isso. (risos)
Fui comer um acarajé
(caríssimo!) depois do show, para aguardar a hora do show de Siba, que também
não teria soundcheck.
Como tinha um tempo
grande de espera, já fui organizando as coisas para o show de Siba com o
técnico de monitor da empresa de som.
Já vi que poderia usar
os microfones sem fio, e já deixei um sistema de in-ear preparado para receber
o sinal de um desses microfones.
Combinei com Siba para
ele usar o fone nesse show.
Já tinha combinado
também com o técnico de PA da empresa de som (Westinghouse. Isso mesmo. Esse é
o nome dele. Chamo de West.), que eu iria dar uma iniciada no monitor e depois
iria pra frente.
E perguntei também se
teria problema ele fazer o som do PA, caso eu não conseguisse deixar o monitor
legal.
Eu ainda tinha um
resquício da palavra CAOS na mente.
West falou que não
teria problema algum operar o som do PA, caso eu não chegasse lá na mesa de PA.
Massa.
Na minha hora, liguei
o microfone sem fio de Siba, e já fui ver (ouvir) os monitores.
![]() |
Siba. |
Coloquei a voz dele
nos monitores da frente e no side, já ajustando o timbre, com a ajuda do
técnico de monitor da empresa de som (Cleiton), que ficou o tempo todo na mesa
de monitor, uma PM5D-RH da Yamaha.
Não esquecendo que
Siba ia ter essa voz também no fone.
Então nem abusei do
volume. Pensei mais no resto da banda, que ouviria essa voz nesses monitores
também.
Dei uma geral na
monitoração do baterista, sempre com a ajuda de Cleiton.
E depois de todos os
canais estarem chegando nos canais certos, fui para a mesa de PA.
O show começou com eu
no meio do caminho.
Era meu primeiro
contato com a mesa de PA, uma Venue S6L.
Mas cheguei cedo nesse
dia para tomar umas aulas com West.
Ela tem muita coisa
parecida com as outras versões da Venue, por isso não foi complicado entender.
Como ela é uma mesa
completamente configurável, West deixou-a de um jeito excelente para operar o
som do PA.
Subi na housemix, e
West me passou o controle do show, que ele tinha iniciado.
Obrigado West pelo
atendimento e ajuda.
O show foi massa!
Se não gostaram do
som, a culpa foi exclusivamente minha!
Já no camarim, todos
satisfeitos.
Ainda apareceu um
convite para fazer o monitor de uma banda no outro dia em Olinda, no mesmo
palco que fiz 3 shows.
O cachê era menor do
que eu tinha estipulado para esse carnaval. Agradeci pelo convite, mas disse
que não iria.
Preferi comer
caranguejo ao coco no Caneca Fina.
Já voltando pra casa,
sozinho na van, depois de deixar Siba em casa, nem lembrava mais da palavra
caos.
Suspirei, pensando... Como
foi animada essa transição 2019-2020.
Não acharam?
Cheguei em casa, tomei
um banho quente, e bebi umas taças de vinho até a agitação do trabalho baixar.
Fui dormir "molinho", e bem satisfeito.
Um abraço a todos.
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