segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Show de Alceu Valença no Instituto Ricardo Brennand – Aparências enganam.



Olá pessoal.
Fiz dois trabalhos neste fim de semana.
Dois trabalhos de monitoração.
Um show de Alceu Valença numa festa de casamento no Instituto Ricardo Brennand (IRB) e um espetáculo de Natal da Caixa Econômica no Marco Zero.
Ambos em Recife.
Vou começar pelo susto antes dos dois trabalhos.
Eu tinha que chegar ao IRB às 9h.
O sound check estava marcado para as 10h:30min com a banda.
Meu telefone toca às 8h e era o Avô do meu Filho.
Ele diz: --- Acorda meu neto aí que estou indo pegar ele para levar para Serrambi (uma praia no litoral sul aqui em PE).
Respondi: --- Rapaz... Raian não dormiu aqui em casa não... Inclusive quem dormiu na cama dele foi um amigo meu, que fez uma farrinha comigo ontem aqui em casa bebendo uns vinhos...
O avô fala novamente: --- Não. Deixei ele numa festa ontem perto da sua casa e ele falou que ia dormir aí, e que era para eu passar pela manhã para pegá-lo.
Mais uma vez retruquei: --- Ele não me falou nada sobre dormir aqui, vou olhar no quarto dele.
Neste momento eu já estava completamente acordado!
Já olhei para o quarto das visitas torcendo que meu amigo ou meu Filho estivesse dormindo. 
Nada!  
Abri a porta do quarto do meu Filho e comprovei que era meu amigo que estava na cama.
Lascou!
Resumindo...
Ficamos até perto das 9h tentando entrar em contato com o jovem de 19 anos!
O telefone chamava, mas ninguém atendia.
Não sabia mais se eu ia para o compromisso...
Perto das 9h o avô me liga dizendo que tinha conseguido falar com ele, e que estava tudo bem, e que ele estava indo de táxi para a casa do avô e de lá seguiriam para a praia.
Resumindo... O jovem acabou dormindo na casa de amigos depois da festa.
Fiquei muito puto!
E não me lembro de ter feito isso com meu Pai na minha juventude.
Naquele tempo, se eu fizesse uma coisa parecida, era surra na certa! E de cinturão!
Eu acho que não devemos comparar épocas. O que era normal antigamente não é mais hoje em dia. Mas não tive como evitar a lembrança.
Meu Filho ainda me ligou quando eu estava indo para o local do show de Alceu que ficava bem perto de casa.
Só perguntei se ele estava precisando de algo e que depois a gente se falava. 
Estou aguardando-o aqui em casa para uma conversinha...


Cheguei ao local do show e esperamos um tempinho pelo “homem do gerador”.
O espaço era pequeno.
E o evento seria uma festa de casamento.
O palco era pequeno também, mas aconchegante. Deu para armar quase tudo como queríamos. Só não deu para colocar a bateria elevada num praticável.
Neste palco só seria o show de Alceu Valença, e este show era surpresa!
O show seria um presente de casamento de um pai para seu filho.
O filho era fã de Alceu desde muito novo.
Nenhum convidado sabia quem iria se apresentar no palco.
Passamos o som tranquilamente depois que a energia chegou. 
Por causa da demora do gerador, acabamos a passagem de som fora do horário que tínhamos previsto, mas nada de absurdo.
Eu tinha uma LS9 da Yamaha para fazer o monitor e Rogério tinha uma X-32 da Behringer para fazer o PA.
Line array D.A.S. com quatro caixas por lado, mais as caixas de sub que nem vi quais eram.
Som mais que suficiente para o espaço.


Usei meu iPad sincronizado com a mesa para agilizar o serviço.
O guitarrista Paulo Rafael até brincou na hora falando:
--- Depois que surgiu este lance de iPad controlar mesas de som, os técnicos começaram a engordar, pois não precisam mais ficar naquele vai-e-vem do palco para a mesa.
Pois é...
Passamos o som sem nenhum problema.
O show estava marcado para as 23h.
Saí direto para o Marco Zero para passar o som da Cantata Caixa de Natal.
Mas isso é outra conversa.
Resolvi chegar mais cedo do que tinha combinado com a produção de Alceu.
Já imaginando a confusão para estacionar o carro, mesmo tendo visto que tinha muito espaço para carros dentro o Instituto.
Só de entrada, tem uma reta de uns 500 metros!
E ainda tinha um espaço reservado para estacionamento.
Mas não quis arriscar.


O local era bem perto de casa, e não levei mais que dez minutos para chegar.
Já achei muito calmo a entrada, e comprovei a calmaria quando peguei a reta de entrada.
Não tinha nenhum carro estacionado.
Maior surpresa eu tive quando cheguei ao final da reta e entrei no estacionamento.
Pouquíssimos carros.
Cadê o povo? Perguntei-me.
Deixei o carro no estacionamento e segui para o salão onde estava o palco.
Na entrada do salão estava um sexteto tocando para umas pessoas.
Logo depois eu descobri que aquele número de pessoas na entrada do salão seria o mesmo número de pessoas no show!
Não tinha mais que 150.
Não gostei do que vi.
A festa era bem pessoal mesmo. Para os íntimos.
Colega não foi convidado, só muito amigo ou família.
Eu estava receoso da reação daquelas pessoas com relação ao show.
Não tinha muitos jovens.
Poderiam achar o som alto, não sei...
Mesmo o som não estando alto, entende?
Cada pessoa tem um valor para “alto”, “caro”, “feio”, “salgado”, etc.
Alceu poderia ficar desanimado vendo poucas pessoas na frente do palco, não sei...
Nenhum artista deve gostar de ver pouca gente na frente do palco, não é verdade?


Emocionei-me quando o pai do rapaz falou no microfone para anunciar o show:
--- Filho, lembra quando você era pequeno, e corria no supermercado cantarolando as músicas de um artista? Você adorava este cantor, e adora até hoje.
Sei o quanto você é fã dele.
Pois é... Meu presente foi trazer hoje este artista para cantar pra você!
Parabéns filho!
Ele nem precisou dizer o nome de Alceu, pois o filho emocionado já sabia quem subiria ao palco naquele momento.
O show começou.
E nada daquilo que eu havia imaginado aconteceu! (uh uhhhh)
Foi uma festa!
Literalmente falando.
As pessoas se divertiram. Dançaram. Cantaram no microfone.
Alceu também se divertiu.
Consigo notar quando o cantor está se divertindo.
Por saber que a festa era bem íntima, o número de pessoas não interferiu no seu desempenho, na sua animação.
Parecia que ele estava cantando para muito mais gente.
Tudo estava tão bem, que resolvi tomar umas taças de vinho depois da metade do show.


Mais uma vez comprovei na minha vida que aparências enganam!
Um abraço a todos.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Manuais ou apostilhas em português - Usando o iPad com a mesa Vi da Soundcraft.

Olá pessoal.
Quem quiser a apostilha explicando como usar o iPad com as mesas da série Vi (Soundcraft) é só deixar o pedido nos comentários que eu envio por email.
Depois disponibilizo a outra apostilha onde explica como fazer isso nas mesas da série Si.
Um abraço a todos.

sábado, 6 de dezembro de 2014

Mudança de Palco 092 - Ed Bernardo (Caruaru).

Olá pessoal.
Nas minhas idas à Caruaru, este bar é parada obrigatória.
O nome oficial do lugar é Mulheres de Fibra, mas também é conhecido como Ed Bernardo, ou Bar do Ed, ou Bar do Bernardo.
Lugar agradável, com gente legal.
Leve um casaco.
É no meio do mato!

É só chegar no Alto do Moura e perguntar onde fica, que vai ter gente para informar como faz para chegar.
Ed Bernardo.
Vai ser atendido pelo dono, Ed... Ou seria Bernardo?
Ou Ed Bernardo?
Quaisquer destes nomes é a mesma pessoa.
Raphaela.

Sua esposa Raphaela fica no balcão coordenando os pedidos.



Me sinto muito bem neste lugar.


Um abraço a todos.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Rapidinha 180 - Terça Técnica com Enrico De Paoli.


Olá pessoal.
Passeando pela internet, me deparei no Youtube com este vídeo gravado na Terça Técnica de Fortaleza.
É uma conversa com Enrico De Paoli, um experiente profissional do áudio.
Gosto muito da coluna que ele escreve para a M&T chamada Lugar de Verdade, que sempre está na última página da revista.
Muitos aqui devem saber de quem eu estou falando.
Pois bem...
Fui ver o vídeo, e aconselho a verem também.
Dividiram o bate-papo em vários vídeos.
Estou na parte 4, mas já posso dizer que é muito legal a conversa.
Clique AQUI para ir para o primeiro vídeo.
Um abraço a todos.

Obs: Infelizmente, a partir do vídeo 08 está com defeito de transmissão de internet. Fica cortando, chato de escutar, mas ainda assim segui em frente.
Notei depois que existe o vídeo completo com mais de 3h de conversa. Ele também está falhando na parte final.

O mercado – Regressão em alguns casos?


Foto: http://guiainvestidor.blogspot.com.br/2011/07/profissionais-do-mercado-financeiro.html


Olá pessoal.
Vejo muita gente do meio (técnicos, músicos, donos de estúdios, DJs, donos de empresas de som, etc) discutindo o assunto nas redes, e resolvi tentar escrever algo falando disso.
Qual o assunto?
Valores. Preços. Cachês...
Ou seriam valores em relação ao que se vai fazer ou o que vai ter que ser colocado?
Pelo que pude notar nestes anos (comecei a trabalhar em shows em 1992), muita coisa mudou e melhorou no show business.
Organização, produção, palcos, equipamentos de som e luz.
Operei o som de uma grande quantidade de shows antes de 1992 quando eu era DJ, mas não recebia nada pela operação do som das bandas que iam tocar na boite.
De 1992 para os dias atuais, tivemos uma melhora absurda no áudio!
Sistemas sem fio confiáveis, a chegada do line array, que para mim foi uma das mais importantes mudanças, as mesas digitais que facilitaram muito a vida dos operadores e mexeu muito com o mercado também, o in-ear que deu uma enxugada no som do palco, melhorando assim o som da frente, etc.
Diretor de palco se tornou uma coisa comum nos shows. Como também ter um cara só para fazer as ligações dos canais (patchman).
Não tenho do que reclamar destas mudanças, foram todas para melhor.
Quando comecei com a Banda Versão Brasileira (VB) em 1992, fazendo o monitor, a banda andava com técnico de monitor, técnico de PA, iluminador e roadie!
Isso em 1992.
Pelo que eu me lembro, foi a primeira banda a fazer isso aqui em Recife (considere também como Pernambuco).
Lembro que meu cachê era 150 reais, e o técnico de PA recebia 300.
Tinha esta diferenciação naquele tempo, mas não demorou muito para chegar na igualdade.
Sempre achei que não era justa tal diferença.
Em datas especiais como carnaval, natal, réveillon ou comícios, o valor era dobrado, ou seja, o técnico de PA chegava a ganhar 600 reais por show.
Vamos entrar em 2015, então isso foi há 22 anos!
Naquela época, tinha empresa de som e empresa de luz.
Atualmente, aqui na região, a empresa de som que é contratada tem que fornecer o som e a luz!
E pelo que ouço dos donos das empresas, os valores estão absurdamente baixos.
O preço caiu muito, mas os preços dos equipamentos não caíram. E se caíram, não foi na mesma proporção.
Foto: http://ucho.info/mercado-financeiro-eleva-projecao-da-inflacao-oficial-de-2012-para-558-mas-a-realidade-e-outra


Eu acho que é absurdamente mais fácil comprar os equipamentos hoje em dia, mas os preços não devem ter caído na proporção da queda do valor da locação.
Pelo andar da carruagem, não vai demorar muito para os contratantes exigirem que as empresas de som coloquem também os painéis de LED, ou até o palco!
Mas aí a briga não é minha, vou deixar isso para meus colegas e amigos que possuem tais empresas resolverem.
Na minha área atualmente, os preços dos cachês estão quase a mesma coisa da minha época de VB.
Se paga até menos de 150 reais em muitos casos. Muitos mesmo!
Tudo bem, não posso comparar a VB com pequenas bandas que estão começando hoje em dia, acho que a VB já começou grande, mas mesmo assim muitas bandas e/ou artistas que não são mais iniciantes hoje em dia não chegam a pagar os 300 reais que meu amigo do PA ganhava na VB no começo dos anos 90.
Mesmo começando grande, por ter grandes músicos e uma proposta inovadora na época, a VB não deixava de ser uma banda iniciante, não é mesmo?
Ela mexeu com o mercado daqui naquela época, ao ponto de um dono de empresa de som falar para mim num show:
--- Vocês inflacionaram o mercado de técnicos. (risos)
Muitos técnicos começaram a achar baixos os cachês que recebiam nas empresas e nas bandas.
Fico pensando aqui com meus botões...
É normal, depois de 22 anos, o preço ficar mais baixo ou estacionado?
Como sou dono de casa, faço minhas compras, e vejo que na área de alimentação não ocorreu isso.
Meu leite em caixa que eu comprava por um pouco mais de 1 real, hoje em dia, tenho que rodar muito para achar por menos de 3,50 reais.
O normal é o preço do leite em caixa girar em torno de 3,80 reais.
Um carro 1.0 está muito mais barato hoje ou tem o mesmo preço de 1996?
Atualmente, alguns setores do show business estão assim. Valores estacionados, ou muito mais baixos.
Vejo atualmente aqui em Recife ainda muitos artistas e bandas viajando com apenas um técnico de som, onde ele tem que passar o som do palco e correr pra frente para fazer o PA.
Nunca gostei desta forma de trabalho e nem aceito.
Primeiro, porque você está tirando o trabalho de outro profissional, e segundo porque eu acho esquisito o técnico passar os monitores do jeito dele, fazer a mixagem para os músicos e correr lá pra frente para fazer o outro trabalho, deixando a bomba na mão do técnico da empresa de som.
Nos anos que fiquei responsável pelos monitores do palco 2 no Abril Pro Rock (APR), era raríssimo também um artista (local ou de fora) chegar com técnico de monitor.
Deixei de fazer o APR em 2011.
Quando me chamam para um trabalho, deixo claro que só faço um trabalho (PA ou monitor).
Já tenho minhas dúvidas sobre meu trabalho fazendo uma coisa só, imagine fazer os dois serviços! Aí é que eu não faço direito mesmo!
Foto: http://www.wscom.com.br/noticia/economia/INFLACAO+MERCADO+PRVE+CRESCIMENTO+MENOR-144872


Fui recentemente fazer um trabalho com Naná Vasconcelos em SP, onde o pessoal do teatro me avisou antecipadamente que não fornecia técnico para operar o som.
Foi a primeira vez que alguém me falou isso.
Pode ser um começo de mudança, não é?
Como eu não poderia fazer o monitor da mesa de PA porque não haviam mandadas suficientes de monitor, usei meu iPad para fazer o PA e monitor usando a mesa do palco.
Já vejo técnicos de empresas de som aqui em Recife conversando sobre isso.
Sobre a obrigação de operar ou não o som das bandas que não levam técnicos.
Eles tem que resolver este detalhe conversando com o dono da empresa de som.
Eu já fiz alguns trabalhos sozinho.
Faço normalmente isso com Naná Vasconcelos e fiz recentemente com uma banda daqui de Recife chamada Café Preto, mas não faço nada no palco, a não ser posicionar microfones e monitores ou explicar ligações de instrumentos.
Deixo isso bem claro para os artistas.
Fiquei mal acostumado com a Versão Brasileira.
Nem vou entrar no assunto “tempo para receber os cachês” atualmente, pois daria outro texto completo.
Só vou falar que nunca se demorou tanto para se receber cachês aqui em Recife.
Estou falando de shows contratados por prefeitura e/ou governo.
Conversando ontem com um Amigo cantor, ele me falou que recebeu nesta semana o cachê de um show que ele fez pela prefeitura no São João, em junho!!!!
Pelo que eu me recordo, não era assim nos anos 90.
Seis meses para receber por um trabalho??!!
Outro assunto que sempre vejo o pessoal discutindo é com relação à regulamentação dos cachês do técnico de som, ou operador de áudio, ou técnico de áudio...
Eu tenho uma opinião sobre isso. Que não quer dizer que é a correta.
Não vejo como regulamentar uma coisa que não é regulamentada.
Eu ainda acho que devemos primeiro regulamentar a profissão para depois tentar regulamentar valores, mesmo sabendo que existe uma “tabela do sul” que é seguida por alguns artistas, mas que está longe dos valores praticados na maioria das regiões.
Já falei sobre organizar a classe (ou regulamentar a classe) num texto anterior aqui, é só procurar.
Para mim, muitas classes precisavam se organizar. Estúdios, empresas de som, DJs...
Estão em situação parecida.
Vou fazer uma comparação que eu sei que não posso comparar, mas pode ser uma referência para outros casos.
Fiz recentemente o SESI Bonecos, um evento grande, 3 linhas de PA, torre de delay, mesa digital na frente e uma de monitor para o show de música.
Dois palcos que comportam um show grande, como o Música de Brinquedo do Pato Fu.
Só que nestes palcos montam-se peças de bonecos, que normalmente são feitas em teatros.
A grande maioria das pessoas que vão operar o som destas peças não tem a mínima afinidade com um som de show normal ao ar livre.
São basicamente sonoplastas.
Estão acostumadas com o som de teatro, uma mesinha simples, um sistema de som menos potente, um ambiente mais controlado, etc.
Logicamente sou eu que passo o som dos microfones no SESI Bonecos, mando para os monitores, mando para os efeitos, coloco os faders sempre na mão deles, etc.
E fico todo o tempo ao lado dos operadores, pois todos os microfones são headsets ou lapelas. Ou seja, fácil de realimentar.
Levo numa boa, sou contratado para fazer isso mesmo.
Principalmente porque não existe uma regulamentação para dizer quem é ou não operador de áudio. Ou quem pode ou não fazer o trabalho.
Se eu deixar estes “operadores” fazerem o trabalho desde o começo, só dizendo o input de cada canal, posso afirmar sem medo que 99% não seria capaz de fazer o trabalho.
Podemos afirmar que estão tirando o trabalho de um operador “real” de áudio?
Com uma classe regulamentada, isso não aconteceria?
Quando apareceu um com “jeitinho” para a coisa, nem fone ele tinha!
Um operador de áudio sem fones? Já perdeu pontos comigo.
Só se ele realmente não usar, mas não foi neste caso.
Ele precisou e usou o meu, deixando as espumas do meu ATH-M50 da Audio-Technica molhadas com seu suor.
Aprendi mais uma. Vou comprar um Porta-Pro para as visitas.
E aí? Estamos regredindo em alguns casos, ou é viagem minha?
O mercado do show business realmente está piorando para alguns setores?
Um abraço a todos.