sexta-feira, 14 de agosto de 2020

Sessão Recordar é Viver - Abril Pro Rock 2004.

APR 2004.
Olá pessoal.
Pandemia... Em casa... Tempo passando...
Aí Mário Jorge joga essas duas fotos num dos meus grupos de áudio.
Da esquerda para a direita: Pequeno (roadie), o saudoso Pezão, fazendo a direção de palco, e Wally (roadie).
Eita... Como é bom recordar bons momentos.
Trabalhei vários anos seguidos no Abril Pro Rock (APR), operando o monitor do Palco 2.
De vez em quando ainda trabalho, como no ano passado, onde operei o monitor do Palco 1.
Essas duas fotos aqui foram tiradas no APR 2004.

APR 2004. Mesa de monitor do Palco 2.
A velha mesa analógica, onde a gente chamava a cena através de anotações feitas em mapas de papel.
Na foto acima, acredito que eu esteja "zerando" a mesa para começar a passar o som da próxima banda.
Zerar a mesa é chamar o "Initial Data" hoje em dia nas mesas digitais.
O tempo passa...
Bom relembrar esses momentos.
Eu sou adepto da tese "Recordar é Viver".
Amanhã, eu já iria lembrar de Pezão, pois vou ver lutas do UFC, e toda vez levava um "esporro" dele quando eu falava que vi ou iria ver essas lutas.
Ele achava um absurdo.
Falava que no UFC só faltava os leões devorando os gladiadores no final, pois o resto era igualzinho a tempos atrás.
Grande Pezão...
Um abraço a todos.

PS: Fotos by André Luiz Mello.

quinta-feira, 13 de agosto de 2020

No desespero, as ideias e tentativas vão surgindo.

Olá pessoal.
Esse foi o assunto dessa semana no meu grupo de áudio.
Essa arena foi montada no Reino Unido, em Newcastle.
Primeiro show com "distanciamento social".
Foram montadas 500 plataformas na área do público, onde cada plataforma poderia receber no máximo 5 pessoas.
As áreas mais perto do palco não usavam plataformas, ficando as cadeiras no chão.
Também, não era obrigado ver o show sentado.
Por causa dessa estrutura de plataformas e do distanciamento, no máximo apenas 2500 pessoas poderiam ver esse show.
No desespero, tá valendo a ideia, né?
Já achei melhor do que o sistema Drive-in.
Ver um show dentro de um carro, acho muito desconfortável e sem graça.
Mas acredito que essas "ideias" só enquanto a vacina não aparece, e pelos custos extras, poucos eventos assim com as plataformas vão acontecer, principalmente aqui no Brasil.
Vou deixar registrado no Blog essa ideia, mesmo sendo um reflexo do desespero.
Um abraço a todos.

sábado, 8 de agosto de 2020

Janis Joplin - Aposto que você não sabe (Por Regis Tadeu).

Olá pessoal.
Aproveitando a deixa da postagem anterior, onde indiquei vários documentários na Netflix que eu vi e achei muito legal, e um deles foi o que falava de Janis Joplin, vou complementar isso com um vídeo do Regis Tadeu, onde ele fala mais sobre a Janis.
O Regis tem um quadro no canal dele no YouTube chamado "Aposto que você não sabe", onde ele conta vários casos e curiosidades sobre o mundo musical, que normalmente a gente nunca ouviu falar.
Tenho até uma coisa parecida aqui no Blog, que é o meu "Parece mentira... Mas foi verdade!".
Tou achando bem interessante o material do canal dele. Até me inscrevi.





Na outra postagem que fiz sobre o Regis, eu coloquei o vídeo dele aqui e também o link para ver o vídeo no canal do YouTube.
Não vou mais colocar os vídeos, pois achei mais simples e rápido só colocar o link, direcionando o leitor ao canal do YouTube.
Clique AQUI para ir ver o vídeo lá na página do Regis Tadeu.
Eu não encontrei mais o documentário Janis na Netflix. Infelizmente.
Fui lá tirar uma foto para colocar aqui, e não achei. Tudo bem que a ferramenta de procura (Search) da Netflix é a coisa mais bizarra que eu conheço nessa questão, mas...
Você coloca a palavra "Janis" na janela de busca e aparece no resultado coisas absurdas, sem ter nada a ver com a palavra pesquisada.
E o pior... Essa ferramenta é absurdamente ruim desde que eu entrei na Netflix. Nunca consertaram.
Não sou muito fã dessa norma de lá, onde tem tempo para ver os filmes e documentários.
Vão ter que ver esse documentário em outra plataforma.
Fica aqui a dica.
Ahhh. Ontem comecei a ver outro documentário, que já tinham me indicado faz tempo, e eu fiquei protelando, pois sabia que a história da vida de Nina Simone não era nada "light".
Parei na metade ontem para ver outras coisas, mas já dá para indicar aqui também.
Um abraço a todos.

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

Queen + Adam Lambert - Priscilla, a Rainha do Deserto?

Olá pessoal.
Não tá nada fácil, né?
Se você trabalha com shows e eventos, sabe exatamente do meu nível de preocupação.
Nem vou continuar a falar sobre isso, para não parar de escrever agora.
Vamos ao assunto da postagem, que adiantei que iria falar sobre isso anteriormente.
Enquanto eu escrevia a postagem anterior, eu coloquei um show no YouTube para ver, indicado pelo meu Irmão Tovinho, que para quem não o conhece, ele é tecladista e faz parte da banda de Alceu Valença há décadas.
Ele me falou pelo telefone: --- Veja esse show no Japão.
Fui ver.
Essa conversa apareceu, depois dele me indicar um documentário na Netflix.
Queen + Adam Lambert - O show deve continuar.
Eu só tive um breve contato com esse show do Queen, e não demorei muito vendo. Não lembro onde foi essa apresentação.
Já comecei a ver (e muitos devem ter feito a mesma coisa!) com uma rejeição grande, simplesmente por terem colocado alguém no lugar de Freddie Mercury.
Invenção... Não existe... Oxe. Pensei eu (e muitos!).
Por causa dessa pré indisposição, já achei ruim as primeiras frases cantadas pelo Lambert. Mudei de canal.
E depois disso, nunca mais vi nada dessa "junção" musical.
Falei desse meu primeiro contato com o Lambert para Tovinho, quando ele me indicou o documentário.
--- Ok, vou ver assim mesmo o documentário.
Falei para Tovinho.
Quando falei para minha Irmã, que mora no mesmo prédio, que estava vendo um documentário legal sobre o Queen, ela bateu de cano de ferro:
--- Oxe! Muito ruim. Nada a ver com a banda. Parece Priscilla, A Rainha do Deserto, cantando. Achei horrível.
Pois é... Esse rótulo de "Priscilla" foi minha Irmã quem colocou.
Continuei vendo o documentário.
E fui mudando de ponto de vista no decorrer da história contada na Netflix.
Abrindo um parêntese nesse texto, poderia comentar que a Netflix está produzindo muita coisa boa, principalmente documentários!!
Vi vários, de todos os gêneros, e cada um é melhor que o outro.
Falando sobre artistas, posso indicar: Amy, Janis, Joe Cocker, Quincy, Whitney...
Muito bom, todos esses!
Pois bem...
Quando acabei de ver o documentário sobre o Queen mais Adam Lambert, fui falar novamente com Tovinho, informando que eu tinha mudado de ponto de vista. Que a minha primeira impressão já não estava mais sólida.
E foi aí que ele me pediu para ver o show do Queen com Adam Lambert no Japão.
Coloquei o vinho para resfriar, e fui ver no YouTube.
Aí a mudança foi para 180 graus!
Belíssimo show. Competentíssimo. Emocionante. Bem feito. 
Por alguns instantes, nem vem a imagem no pensamento do marcante Freddie Mercury.
Impossível não vir à mente, mas não interferiu no contexto geral.
Em momento algum o Lambert tenta "ser" o cantor original da banda.
E isso você já começa a notar, e a entender, no documentário.
No show, eu apenas comprovei isso.
É um cantor, que tem sua carreira própria, com um estilo de cantar próprio, cantando as músicas do Queen, que se tornaram sucessos, na voz de um outro (grande!) cantor.
O Lambert não é o novo cantor da Banda Queen.
Nem ele achou que era, e nem o Queen.
E quando você consegue enxergar isso também, tudo muda de sentido.
E não foi por "um acaso" que deu certo.
Adam Lambert mereceu estar ali cantando. Fez por onde. O talento dele é inegável.
Se até os fãs ardorosos enxergaram isso nos shows, quem sou eu pra dizer o contrário.
O show foi massa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! E isso é o que importa.
Vejam um show anterior deles em Kiev, que foi onde decidiram que estavam no caminho certo.
E vejam também o documentário.
Se eu fosse indicar uma ordem, falava: Documentário, Kiev e Japão.
No outro dia, quando me encontrei com minha Irmã, falei:
--- Priscilla (Eita, quer dizer, Adam Lambert) colocou pra lascar ontem!!!! Perfeito. Você pode espernear até morrer, mas vai continuar a ver ele por um bom tempo na frente cantando as músicas do Queen!
God Save The Queen.
Um abraço a todos.

sábado, 25 de julho de 2020

Regis Tadeu - Os bastidores de vários shows (As verdades quase nunca ditas).

Olá pessoal.
Passeando aqui pela internet, tomando meu vinho, e vendo um show, que vai ser o tema da próxima postagem, me deparei com este vídeo no YouTube.
Me chamou a atenção o final da frase no título do vídeo: "... e outras verdades do meio artístico".
Não conhecia o interlocutor.
Regis Tadeu.
Fui ver o vídeo, pois gosto muito de verdades, que muitas vezes (ou quase sempre) não são ditas, principalmente no meio artístico.
Me vi no meio de um dos casos contado por Regis, quando fazia o monitor de uma banda aqui em Recife.
Um filme passou na minha frente em segundos.
Alguns casos que ele falou, eu já sabia, outros nem imaginava.
Mas é comum, como ele mesmo disse, que as coisas não são passadas como realmente aconteceram.
Para quem quiser ter uma ideia dos bastidores de vários shows (bandas), vejam o vídeo abaixo.


Se não conseguirem ver o vídeo por aqui, segue o LINK para ver no YouTube.
É... Nem tudo é, como realmente foi.
E no meio artístico, isso acontece muito.
Bem-vindos aos bastidores de vários shows!
Um abraço a todos.

quinta-feira, 23 de julho de 2020

Vertical Concerts - A ideia mais legal até agora.

Olá pessoal. 
Na Ucrânia.
Concertos Verticais.
Até agora, pra mim, foi a melhor ideia para shows na pandemia.
Vi isso um tempinho atrás, mas não tinha conseguido o vídeo.
Montaram um palco com sistema normal de som e luz na frente de um hotel, que tinha uma grande quantidade de varandas viradas para a frente.
O publico reservava os quartos, e via o show da varanda.
Muito legal.
Muito melhor do que o método "drive-in", com o público dentro dos carros.
No meu ponto de vista, logicamente.
Um abraço a todos.